Antonio Sousa-Uva
Algum tempo depois, eis uma nova subvariante da Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, a Éris, que já é dominante entre nós.
Ainda que a Éris não pareça ter uma gravidade acrescida e a sua eclosão não tenha uma configuração "endémica", a vacinação no início do outono ainda fica mais justificada, principalmente para os grupos de risco já conhecidos, com particular ênfase para a idade elevada que abrangerá mais de um cidadão em cada quatro ou cinco. As mutações ocorridas parecem facilitar a sua contagiosidade.
O fim da pandemia, decidido pela OMS em maio passado, não deve esmorecer a atenção que devemos dar ao coronavírus como, de resto, já damos, por exemplo ao influenza e ao sincicial respiratório. Ser agente de Saúde Pública poderá ser agora vacinarmo-nos para nos proteger e para também proteger os outros. Pelo menos é isso que farei!
